sábado, 5 de janeiro de 2019

China house price gains no longer a certainty: central bank adviser

Economy15 hours ago (Jan 05, 2019 01:10AM ET)

https://www.investing.com/news/economy-news/china-house-price-gains-no-longer-a-certainty-central-bank-adviser-1738189

© Reuters. Workers are seen on scaffolding at a construction site in Nantong© Reuters. Workers are seen on scaffolding at a construction site in Nantong
SHANGHAI (Reuters) - A rising trend in property values in China is no longer a certainty as "unprecedented" state housing price controls come into effect, state media quoted a central bank adviser as saying on Saturday.

China's housing authorities have pledged to stabilize land and home prices in 2019 and ramp up the supply of rental housing to tackle home-affordability issues, state television reported in December.

The measures should be enough to ensure house prices as a whole will be stable over the next 10 to 15 years, the official China Securities Journal quoted Sheng Songcheng, a People's Bank of China (PBOC) adviser and dean of the research institute of China Chief Economist Forum, as saying.

Following a furious boom, China has gradually tightened regulatory controls over its massive property market from mid-2016. But home prices have continued to go up, even as economic growth slows, and managing risks in the sector remains a priority.

This round of control measures on the real estate sector is unprecedented, and the expectation that home prices will forever go up is now coming to a critical point, Sheng remarked at the 2019 annual meeting of the China Chief Economist Forum.

Sheng's comments come as some smaller cities ease property controls in a test of the central government's resolve as growth slows in the world's second-largest economy.

Sheng said stability or slight declines in China's housing prices was a good thing, and the government will steadfastly continue to impose regulatory curbs on the sector

Queremos apenas ser convencidos!


http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31572011000400001



Para os primeiros, o novo-desenvolvimentismo oferece uma alternativa às políticas neoliberais e ao "velho desenvolvimentismo" (ou "nacional-desenvolvimentismo"), definido como uma industrialização dirigida pelo modelo de substituição de importações, que tinha como base a proteção do mercado interno e grande intervenção estatal no setor de infraestrutura e na produção de insumos básicos. Em outro paper, Sicsú, Paula e Michel (2007) desenvolvem uma crítica mais detalhada ao "velho desenvolvimentismo". Eles afirmam que, no caso brasileiro, a substituição de importações falhou por não ter sido acompanhada de absorção tecnológica e por ter incutido no empresariado doméstico uma mentalidade protecionista, devido ao fato do protecionismo tarifário ter sido generalizado e temporalmente ilimitado (pp. 514-51). As questões da competitividade internacional e da equidade interna ganham força nessa análise da experiência histórica, que se considera parcialmente malsucedida devido à inexistência de uma associação entre o protecionismo e uma efetiva incorporação do progresso técnico. Em linha com Fajnzylber (1989) e Cepal (1990), aqueles autores apontam essa baixa incorporação do progresso técnico como característica comum aos processos de industrialização na América Latina, determinando uma reduzida elevação da produtividade e um crescimento sem equidade social. Essa falta de incorporação do progresso técnico é a principal causa do comportamento espasmódico do crescimento e da competitividade em toda a região. Uma abordagem mais detalhada da questão, acompanhada por reflexões aprofundadas acerca da "doença holandesa", é oferecida por Bresser-Pereira (para uma revisão de suas contribuições nessa área, ver Bresser-Pereira, 2011).

Para aqueles autores, o novo-desenvolvimentismo tem duas fontes teóricas distintas. A primeira vem de Keynes e de economistas contemporâneos como P. Davidson e J. Stiglitz, e ela inspira o conceito de complementaridade entre Estado e mercado. A segunda fonte é o neoestruturalismo cepalino, interpretado por Fernando Fajnzylber, Luiz Carlos Bresser-Pereira e Yoshiaki Nakano. Daqui vem a ênfase na competitividade internacional através da incorporação de progresso técnico, e a necessidade da equidade social para o desenvolvimento bem-sucedido (Sicsú, Paula e Michel, 2005, p. xxxiv)6. Segundo esses autores, o novo-desenvolvimentismo pode ser sintetizado em quatro teses: "(1) não há mercado forte sem Estado forte; (2) não haverá crescimento sustentado [...] sem o fortalecimento ... do Estado e do mercado e sem implementação de políticas macroeconômicas adequadas; (3) mercado e Estados fortes somente serão construídos por um projeto nacional de desenvolvimento que compatibilize crescimento ... com equidade social; e (4) não é possível [reduzir] a desigualdade sem crescimento econômico a taxas elevadas e continuadas" (Sicsú, Paula e Michel, 2005, p. xxxv).

Segundo esses autores, o "Estado forte" é aquele capaz de regular os mercados, e eles rejeitam o axioma neoliberal de que a racionalidade individual nos mercados produz sempre o melhor resultado para a sociedade. Reciprocamente, um "mercado forte" é aquele capaz de abrigar empresas grandes e pequenas, que mantenha aberto o acesso à concorrência, e que assegure a equidade de oportunidades aos produtores e consumidores, condição essa que não pode ser garantida endogenamente pelo próprio mercado, mas apenas pela regulação estatal.

As políticas econômicas decorrentes da perspectiva novo-desenvolvimentista não se satisfariam, portanto, apenas com a "estabilidade monetária", objetivo maior das políticas neoliberais. Ao invés disso, seu objetivo é a "estabilidade macroeconômica". Este é um conceito mais abrangente de redução de incertezas relativas à demanda futura, criando um ambiente estável para a tomada de decisões de investimento privado. Isso inclui tanto a regulação estatal das taxas de juros, do câmbio e dos salários, quanto a redução da vulnerabilidade externa para defender a economia de choques externos e da volatilidade dos fluxos de capitais estrangeiros mediante uma taxa cambial administrada e a imposição de controles de capitais, caso necessário ("blindagem da conta de capital") (sobre câmbio e fluxos de capitais, ver Sicsú, 2006). Esses objetivos só podem ser alcançados por políticas com objetivos múltiplos e pela complementaridade entre as políticas monetária, fiscal, cambial e salarial para influenciar os "grandes preços" da economia: as taxas de juros, de câmbio, de salário e de inflação (Bresser-Pereira, 2003, p. 281). As novas políticas macroeconômicas restabeleceriam a condição soberana da ação do Estado de controlar sua moeda e sua política fiscal, permitindo a adoção de uma política industrial de defesa da competitividade e da equidade (2005, pp. xl-xlviii).

Uma novidade significativa dessa formulação de política econômica por autores keynesianos brasileiros é o destaque atribuído à dimensão política do processo de desenvolvimento, incluindo como condição necessária a existência de um projeto nacional, "que expresse o sentimento de nação". Essa dimensão política se baseia na experiência histórica dos países hoje desenvolvidos e de seus sucessores leste-asiáticos, tendo como diretiva que a ligação entre os mercados nacionais e os internacionais deve trazer ganhos substanciais em termos de divisas, conhecimentos, empregos e bem-estar para o país. Para os autores, a globalização "é um projeto de desintegração nacional e enfraquecimento intelectual, econômico e cultural de todos os segmentos de uma sociedade". Sem superar esse déficit do Estado-nação, mediante a adoção de um projeto nacional, mesmo as políticas econômicas alternativas fracassarão (2005, pp. xlviii-l).7

Aparentemente, ''acham que conseguem'' - ''enfrentar o NADA''


http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31572011000400001

Por exemplo, Paula (2003b, pp. 8-9) e Paulani (2003, p. 25), partindo de pontos de vista teóricos distintos, fizeram uma crítica severa às políticas neoliberais, e atacaram a afirmação das autoridades econômicas do governo Lula de que só haveria uma "macroeconomia legítima e racional" (aquela praticada no governo FHC) por tentarem fugir ao debate sobre a teoria e a ideologia implícitas nessas políticas. Paulani (2003, p. 23) apontava também que uma política monetária que tem como único objetivo a meta de inflação e como único instrumento a regulagem da taxa básica de juros resultaria em sobrevalorização da moeda pela entrada de capitais de curto prazo, comprometendo os resultados da conta-corrente do balanço de pagamentos. Para Paulani (2003, p. 29), o erro dessa política de combate à inflação estava na presunção de que a alta dos preços se devia a uma inflação de demanda, enquanto sua aplicação deprimia o investimento e o crédito de forma permanente. Na mesma linha, Sicsú (2003) argumentou que, embora a taxa de juros seja eficaz em conter a inflação, o seu uso isolado pode ser contraproducente, porque pressões inflacionárias podem ser devidas também a deficiências de oferta ou choques externos, e, no Brasil, ao alto custo fiscal determinado pelo uso permanente de taxas de juro elevadas por razões de política econômica. Concordando com essas críticas, Cardim de Carvalho (2003, p. 77) aponta o risco de se manter a economia em recessão permanente, chamando a atenção de que, devido ao custo fiscal da política monetária, a política fiscal perdia seu papel anticíclico.


Portanto, independente da orientação teórica desses economistas heterodoxos, havia um razoável consenso sobre as insuficiências das políticas neoliberais, bem como sobre as suas consequências macroeconômicas adversas, o que era evidenciado pelas baixas taxas de crescimento do PIB nos dois mandatos de FHC, e pela contínua vulnerabilidade das contas externas. Por fim, os economistas heterodoxos insistiam que as políticas neoliberais eram incompatíveis com políticas industriais e de transferência de renda promovendo a retomada do crescimento econômico e a redução da desigualdade de renda e riqueza.

Apesar dessa convergência, não havia unanimidade nessa literatura quanto às causas da continuidade das políticas macroeconômicas. A divisão principal se dava entre aqueles que consideravam essa continuidade como produto da fraqueza ideológica do governo Lula, que tinha escolhido trocar de valores ao chegar ao poder (Cardim de Carvalho, 2003; Paulani, 2003), e aqueles que defendiam ser tal continuidade fruto de uma situação contingente de correlação de forças políticas, que impunha o abandono das propostas petistas de administração do Estado professadas antes das eleições (Barbosa e Souza, 2010; Morais e Saad-Filho, 2005; Novelli, 2010; Sallum Jr. e Kugelmas, 2004).


A divergência entre essas posições tinha por clivagem a caracterização do período de crise cambial, desvalorização do real e virtual suspensão do refinanciamento da dívida mobiliária federal nos seis meses que antecederam às eleições de outubro de 2002: especificamente, se essa contingência teria força suficiente para tornar a adoção das políticas neoliberais uma imposição decorrente de um realismo político indeclinável ou, pelo contrário, se se tratava de um ato de vontade deliberadamente velado pela suposta ameaça de crise. Paulani (2003) alega que a crise não chegou a ameaçar a economia de um colapso; isso só ocorreria caso fosse iminente um default na dívida externa e um descontrole inflacionário. Entretanto, segundo ela, as reservas internacionais mantiveram-se estáveis até o final de 2002, em torno de US$ 36 bilhões, apesar da fuga de capitais, não indicando, assim, a iminência de um colapso cambial. Nem tampouco ocorreu o propalado choque inflacionário em decorrência da desvalorização do real. Apesar da taxa de câmbio ter ido de R$ 2 por dólar, em junho, para R$ 4, em setembro, quando ocorreu o aceite da carta de intenções com o FMI, a pressão inflacionária se dissipou já no início de 2003.
Em contraste, Morais e Saad-Filho (2005) argumentaram que a crise de 2002 assumiu tal gravidade que - no âmbito da institucionalidade vigente - ela tendia a levar o país a um colapso cambial e monetário. O refinanciamento da dívida pública foi virtualmente paralisado a partir de maio, e a sua consequente monetização pressionou o mercado de dólares, levando a uma rápida desvalorização do real. Só em setembro - depois de firmado o acordo do FMI - o valor da moeda nacional começou a se recuperar. Essa crise, devida à desconfiança dos capitais financeiros no candidato à frente nas pesquisas eleitorais, poderia levar ao colapso cambial e da dívida pública, evento inaceitável para qualquer força política sem objetivo revolucionário e que disputasse o pleito com reais chances de vitória, como era o caso do PT e de seus principais aliados. A natureza inevitavelmente ensaística desse debate, carregado de subjetividade e dependendo estreitamente de argumentos contrafactuais dificulta, uma convergência sobre o tema; assim, seu mérito e suas conclusões permanecem em aberto.


Para os primeiros, o novo-desenvolvimentismo oferece uma alternativa às políticas neoliberais e ao "velho desenvolvimentismo" (ou "nacional-desenvolvimentismo"), definido como uma industrialização dirigida pelo modelo de substituição de importações, que tinha como base a proteção do mercado interno e grande intervenção estatal no setor de infraestrutura e na produção de insumos básicos. Em outro paper, Sicsú, Paula e Michel (2007) desenvolvem uma crítica mais detalhada ao "velho desenvolvimentismo". Eles afirmam que, no caso brasileiro, a substituição de importações falhou por não ter sido acompanhada de absorção tecnológica e por ter incutido no empresariado doméstico uma mentalidade protecionista, devido ao fato do protecionismo tarifário ter sido generalizado e temporalmente ilimitado (pp. 514-51). As questões da competitividade internacional e da equidade interna ganham força nessa análise da experiência histórica, que se considera parcialmente malsucedida devido à inexistência de uma associação entre o protecionismo e uma efetiva incorporação do progresso técnico. Em linha com Fajnzylber (1989) e Cepal (1990), aqueles autores apontam essa baixa incorporação do progresso técnico como característica comum aos processos de industrialização na América Latina, determinando uma reduzida elevação da produtividade e um crescimento sem equidade social. Essa falta de incorporação do progresso técnico é a principal causa do comportamento espasmódico do crescimento e da competitividade em toda a região. Uma abordagem mais detalhada da questão, acompanhada por reflexões aprofundadas acerca da "doença holandesa", é oferecida por Bresser-Pereira (para uma revisão de suas contribuições nessa área, ver Bresser-Pereira, 2011).
Para aqueles autores, o novo-desenvolvimentismo tem duas fontes teóricas distintas. A primeira vem de Keynes e de economistas contemporâneos como P. Davidson e J. Stiglitz, e ela inspira o conceito de complementaridade entre Estado e mercado. A segunda fonte é o neoestruturalismo cepalino, interpretado por Fernando Fajnzylber, Luiz Carlos Bresser-Pereira e Yoshiaki Nakano. Daqui vem a ênfase na competitividade internacional através da incorporação de progresso técnico, e a necessidade da equidade social para o desenvolvimento bem-sucedido (Sicsú, Paula e Michel, 2005, p. xxxiv)6. Segundo esses autores, o novo-desenvolvimentismo pode ser sintetizado em quatro teses: "(1) não há mercado forte sem Estado forte; (2) não haverá crescimento sustentado [...] sem o fortalecimento ... do Estado e do mercado e sem implementação de políticas macroeconômicas adequadas; (3) mercado e Estados fortes somente serão construídos por um projeto nacional de desenvolvimento que compatibilize crescimento ... com equidade social; e (4) não é possível [reduzir] a desigualdade sem crescimento econômico a taxas elevadas e continuadas" (Sicsú, Paula e Michel, 2005, p. xxxv).
Segundo esses autores, o "Estado forte" é aquele capaz de regular os mercados, e eles rejeitam o axioma neoliberal de que a racionalidade individual nos mercados produz sempre o melhor resultado para a sociedade. Reciprocamente, um "mercado forte" é aquele capaz de abrigar empresas grandes e pequenas, que mantenha aberto o acesso à concorrência, e que assegure a equidade de oportunidades aos produtores e consumidores, condição essa que não pode ser garantida endogenamente pelo próprio mercado, mas apenas pela regulação estatal.
As políticas econômicas decorrentes da perspectiva novo-desenvolvimentista não se satisfariam, portanto, apenas com a "estabilidade monetária", objetivo maior das políticas neoliberais. Ao invés disso, seu objetivo é a "estabilidade macroeconômica". Este é um conceito mais abrangente de redução de incertezas relativas à demanda futura, criando um ambiente estável para a tomada de decisões de investimento privado. Isso inclui tanto a regulação estatal das taxas de juros, do câmbio e dos salários, quanto a redução da vulnerabilidade externa para defender a economia de choques externos e da volatilidade dos fluxos de capitais estrangeiros mediante uma taxa cambial administrada e a imposição de controles de capitais, caso necessário ("blindagem da conta de capital") (sobre câmbio e fluxos de capitais, ver Sicsú, 2006). Esses objetivos só podem ser alcançados por políticas com objetivos múltiplos e pela complementaridade entre as políticas monetária, fiscal, cambial e salarial para influenciar os "grandes preços" da economia: as taxas de juros, de câmbio, de salário e de inflação (Bresser-Pereira, 2003, p. 281). As novas políticas macroeconômicas restabeleceriam a condição soberana da ação do Estado de controlar sua moeda e sua política fiscal, permitindo a adoção de uma política industrial de defesa da competitividade e da equidade (2005, pp. xl-xlviii).
Uma novidade significativa dessa formulação de política econômica por autores keynesianos brasileiros é o destaque atribuído à dimensão política do processo de desenvolvimento, incluindo como condição necessária a existência de um projeto nacional, "que expresse o sentimento de nação". Essa dimensão política se baseia na experiência histórica dos países hoje desenvolvidos e de seus sucessores leste-asiáticos, tendo como diretiva que a ligação entre os mercados nacionais e os internacionais deve trazer ganhos substanciais em termos de divisas, conhecimentos, empregos e bem-estar para o país. Para os autores, a globalização "é um projeto de desintegração nacional e enfraquecimento intelectual, econômico e cultural de todos os segmentos de uma sociedade". Sem superar esse déficit do Estado-nação, mediante a adoção de um projeto nacional, mesmo as políticas econômicas alternativas fracassarão (2005, pp. xlviii-l).7

A Thomson Reuters tem 53 mil funcionários. EIS TUDO! Para você ter uma idéia, as Organizações Globo, que tem capacidade operacional de gerar notícias por conta própria no Brasil, tem apenas 7.000. O mundo vive num holograma noticioso ''gerado'' (leia-se: editado, selecionado, esculpido, estratificado, ''negociado''. ou se estiver de mau humor, deformado, distorcido, manipulado, barganhado, carburado, etc etc tc) pela Reuters. LEGAL!


A Thomson Reuters é uma empresa multinacional de meios de comunicação e informação fundada em Toronto, fruto da aquisição da britânica Reuters pela canadense Thomson Corporation em Abril de 2008[1] por £ 8,7 bilhões. Atualmente, o maior acionista é The Woodbridge Company, uma holding da família Thomson.[2]
A sede da Thomson Reuters está situada na cidade de Nova Iorque. Aproximadamente 53 mil funcionários espalhados pelo mundo trabalham para a empresa.[3]
Servindo quase todos os segmentos da economia global, desde bancos e escritórios de advocacia até corporações multinacionais e governos, Thomson Reuters fornece o conhecimento local para um alcance global em 140 países e 19 línguas. Tem sido um dos maiores fornecedores mundiais de serviços de comunicações especializadas, sendo especializado em economia e negócios. Suas ofertas são direcionados por um lado - como o principal concorrente Bloomberg - para clientes da indústria de negócios e das finanças. Em segundo lugar, o negócio clássico agência de notícias é um pilar importante da empresa. As parcelas da Thomson Reuters são negociadas nas bolsas de valores de Nova York (NYSE: TRI) e Toronto, Toronto Stock Exchange (TSX: TRI).
No Brasil, a Thomson Reuters atua através das unidades empresariais – Financial & Risk, Legal, Tax & Accounting, Intellectual Property & Science, potencializados pela Reuters News. Nos últimos anos, conduziu processos de aquisição de empresas importantes em seus mercados como a editora Revista dos Tribunais,[4] Tedesco[5] e Novaprolink,[6] no segmento jurídico; e da Mastersaf,[7] Conceito W., Fiscosoft,[8] T. Global[9] e Domínio Sistemas,[10]na área de contabilidade e impostos.


Conglomerado privado
AtividadeSoftware e Notícias
FundaçãoAbril de 2008
SedeEstados UnidosNova Iorque, EUA
Pessoas-chave
James C. Smith (Presidente & CEO)
Andrew Rashbass (CEO)
Empregados53 mil (2015)
Subsidiárias
LucroUS$ 2.545 milhoes (2014)
Websiteoficialwww.thomsonreuters.com

Take Five: Be careful out there! World markets themes for the week ahead

Economy17 hours ago (Jan 04, 2019 11:13PM ET)
 https://www.investing.com/news/economy-news/take-five-be-careful-out-there-world-markets-themes-for-the-week-ahead-1737559
© Reuters. A trader looks at price monitors as he works on the floor at the New York Stock Exchange (NYSE) in New York City, New York© Reuters. A trader looks at price monitors as he works on the floor at the New York Stock Exchange (NYSE) in New York City, New York
(Reuters) - Following are five big themes likely to dominate thinking of investors and traders in the coming week and the Reuters stories related to them.

1/ GROWING PESSIMISM

If you wanted evidence that the U.S. economy could be rolling over, the surprise miss on the Institute for Supply Management's closely watched manufacturing index was it. Wall Street and Treasury yields slumped after the ISM index turned in its largest drop since the financial crisis in 2008, and investors now bet that the Fed is more likely to cut rates this year than raise them.

But manufacturing isn't the big weight in the U.S. economy it used to be. Services now account for roughly 80 percent of economic activity, and investors will be watching closely on Monday to see if ISM's barometer of that key sector delivers solace or more pain. It is expected to dip modestly to a reading of 59.7 from 60.7 in November (a reading above 50 indicates activity is growing), but the risk is that it turns in a downside surprise like the manufacturing index.

(GRAPHIC: Manufacturing ISM index - https://tmsnrt.rs/2SzzWfh)

2/ FLASH CRASH

With the brewing China-U.S. trade war biting into global growth already and liquidity tightening around the world, 2019 was always going to be a stressful year. But nobody expected it to start with a currency market "flash crash" that briefly pushed dollar/yen below 105.00. The move was attributed to automatic sell triggers in thin markets, but it would have fully reversed by now if investors saw no fundamental justification to it. Poor manufacturing surveys in Asia, Europe and the United States and a sales warning from Apple might go a long way in explaining the move.

The yen's strength is a red flag for world markets, but a massive domestic problem as well. It hurts Japanese exports and the Bank of Japan, which only months ago looked keen to normalize policy, may see it as a risk to its decades-long efforts to create inflation. Indeed, on their first day back to work, BOJ governor Haruhiko Kuroda echoed ECB chief Mario Draghi's "whatever it takes" comment and top FX diplomat Masatsugu Asakawa reminded FX traders of past G7 and G20 coordination on intervention. Such reminders may get louder in the coming days and weeks.

(GRAPHIC: Japanese investments in US assets - https://tmsnrt.rs/2AD8ZR5)

3/ BACK TO SCHOOL, 5-DAY RULE

There's no denying it: it's been a rocky start to the year for world markets. Just how rocky the ride is for the rest of 2019 remains to be seen, of course, but it might be worth keeping an eye on one of investors' quirky market guidelines for clues: the so-called "S&P Five-Day Rule".

It's a "rule" often touted by ex-Goldman bigwig Jim O'Neill, and goes like this: when the S&P 500 rises in the first five trading days of the year, the market turns in a positive annual performance. O'Neill puts the success rate of this rule of thumb since 1950 at more than 85 percent. According to the Stock Trader's Almanac, as the S&P 500 goes over the full month of January, so goes the full calendar year. In the last 70 years there have been 10 major errors: 1966, 1968, 1982, 2001, 2003, 2009, 2010, 2015, and of course 2018.

The S&P 500 usually goes up. In the last 91 years the index has risen in 62 of them and fallen in 29 of them. At the time of writing, after only two full trading days of 2019, the index is down 2.35 percent. Plenty of time for a turnaround, but sentiment is most definitely bearish.

(GRAPHIC: S&P 500 '5-day rule' - https://tmsnrt.rs/2Axgjxn)

4/CHIP WRECK

It was a rotten week for Apple after boss Tim Cook warned that China's economic slowdown has caught the company off guard and trade tensions between Washington and Beijing were starting to hurt consumer spending on smartphones in the world's 2nd largest economy.

Cook's bombshell fueled worries that Apple's relatively pricey smartphones may be falling out of favor in China, where rivals such as Huawei offer cheaper options. Apple shares (NASDAQ:AAPL) tumbled 10 percent on Thursday - a remarkable fall for one of the world's most valuable and liquid stocks - resulting in the S&P Technology index's worst day since August 2011.

It deepened the recent equities rout and cemented the increasingly gloomy picture for corporate earnings, the early indications of which will become clearer in the upcoming earnings season that kicks off later this month. Analysts' outlook is already pretty bleak: estimated earnings growth for world technology stocks 12 months ahead is just 5.6 percent, its lowest since April 2009.

(GRAPHIC: World tech stocks hit speedbump - https://tmsnrt.rs/2Ar5ZXx)

5/ WILL THEY, WON'T THEY?

The start of the year is normally a busy time for sovereign debt issuers, especially developing nations. Emerging market debt has risen steadily in recent years, and pay-back time is approaching: over $4 trillion of EM debt matures by the end of 2020, of which around a third is denominated in foreign currency, according to the Institute of International Finance.

But it might be different this year. Worries over global growth are deepening and sending tremors through world markets, dampening investors' appetite for riskier assets and making it harder and more expensive for EM issuers to roll over debt and borrow.

Analysts at Citi expect EM spreads to continue widening due to "increased anxiety about the end of the economic cycle in the U.S., uncertainty about damage caused by the Fed's tightening, and a lack of clarity regarding China-U.S. trade disputes". It's shaping up to be a quieter start to the year as governments weigh their options and wait on the sidelines for an opportune moment. Yet some are still planning to make an appearance: Israel will start its investor roadshow in Europe on Monday.

(GRAPHIC: EM Maturity Profile - https://tmsnrt.rs/2Rtp3OO)

Não consegue enfrentar o NADA?












O ser está axiomaticamanente ligado ao não-ser ...

O ser está axiomaticamanente ligado ao não-ser . Ser é ''não não -ser ''. Toda fenomenalidade é alternativa não só com relação a outras possibilidades de transubstanciação como também, mais radicalmente, em relação à própria insubstancialidade ----- isto é, à inexistência. Esse universal prevalece num nível mais óbvio (no qual essa mesma obviedade indica abrangência de sua verdade ). Toas as dicotomias que determinam a condição humana , como a vida e a morte ou a luz e as trevas, podem ser compreendidas como representações específicas, embora difusas, da dualidade absolutamente estabelecida da presença e da ausência. EStar presente é não estar ausente.Sob formas que serão fundamentais para meu argumento , a aparente lacuna da ausência implica a plenitude da presença . Essa união é enunciada por toda proposição linguística e por todo ato mental e articulado de predicação. Uma afirmação, uma definição , ou uma nomeação são negações positivas que se exprimem na forma ''isto não é aquilo ''. O estatuto do ''aquilo que não é ''implica antes de tudo  incomensurabilidade não-predicada e não-nomeada das alternativas. . Quando digo ''isto é isto e não aquilo '', estou igualmente postulando  que o ''não aquilo ''tbm poderia, de uma forma virtualmente infinta, ser outro. Toda proposição é obrigada, assim ,a descartar verdadeiros mundos (como se pode constatar com a geometria euclidiana antes do advento  da geometria e do espaços não-euclidianos ). à medida que respeitam uma ORGANIZAÇÃO AXIOMÁTICA , todos os sistemas matemáticos, lógicos e científicos exibem ao mesmo tempo a invejável capacidade e a inevitável fraqueza de reduzirem tudo aquilo ''que não é '' ou tudo aquilo que é irreconciliável com seus axiomas a um erro.  O ''pensamento natural '', se tal expressão tem sentido , não relega necessariamente o negado ( o ''não´-aquilo '') à categoria do erro. Definições, nomeações, percepções e balizamentos são perpetuamente re-visitados. Sua natureza é essencialmente metamórfica. O ''isto é '' de hoje vai se tornar o ''isto não é '' ou o ''isto tbm e aquilo '' de amanhã. O ser, percebido e expresso, sempre mantém o não-ser e suas diversas alternativas de certa forma reservadas para novos mapeamentos. A negação é o vasto depósito da possibilidade temporariamente não-percebida, não-necessária ou não-declarada . É o privilégio vital da consciência e do discurso não-formal, não -matemático ou meta-matemático manter o ''não -aquilo '' negado a seu alcance, visando preservar a alteridade para usos e referências futuras. Como Hegel insiste, o próprio pensamento humano opera por meio da negação da negação quando tenta conquistar uma apreensão criativa do ser.
*
A visão tipicamente moderno do mundo é a de uma totalidade em essência ordenada; a presença de um padrão desigual de distribuição de probabilidades possibilita um tipo de explicação dos fatos que --- se correta --- é ao mesmo tempo uma ferramenta de predição e (se os recursos exigidos estiverem disponíveis ) de controle. Esse controle (domínio da natureza , planejamento ou desenho de sociedades ) é quase de imediato associado à ação de ordenamento , compreendida como a manipulação de probabilidades (tornando alguns eventos mais prováveis, outros menos ). Sua efetividade depende da adequação do conhecimento da ordem ''natural ''. Tal conhecimento adequado é, em princípio, alcançável.
*
Efetividade do controle e correção do conhecimento estão relacionados tbm. O segundo explica o primeiro, o primeiro corrobora o segundo . Seja na experiência de laboratório, seja na prática política ou social. Entre si, eles produzem critérios para se classificarem as práticas existentes como superiores ou inferiores. E essa classificação é mais uma vez objetiva, publicamente testável e demonstrável a cada vez que se apliquem os critérios mencionados. Práticas que não podem ser justificadas do ponto de vista objetivo são inferiores, à medida que limitam a efetividade do controle. Síndrome controle -conhecimento.
*
Saindo da modernidade, vamos encontrar na visão pós-moderna do mundo a de um número ilimitado de modelos de ordem , cada qual gerado por um conjunto relativamente autônomo de práticas. A ordem não precede a prática, por isso não pode servir como medida externa de sua validade. Cada qual dos muitos modelos de ordem só faz sentido em termos das práticas que os validam . Em cada caso, a validação introduz critérios que são desenvolvidos no interior de um a tradição particular ; eles são sustentados pelos hábitos e crenças de uma ''comunidade de significados ''e não admitem outros testes de legitimidade.
*
A estratégia moderna de qualquer trabalho intelectual é aquela caracterizada pela metáfora do papel do ''LEGISLADOR '' , que busca fazer afirmações autorizadas e autoritárias que arbitrem controvérsias de opiniões e escolham aquelas que, uma vez selecionadas , se tornem corretas e associativas. Autoridade legitimada por conhecimento objetivo superior ---- acesso que se dá graças à regras de procedimento bem definidas, garantindo que se alcance a verdade ou se chegue a um juízo moral válido e se selecione um gosto artístico adequado. O emprego dessas regras de proceder torna as atividades intelectuais proprietárias coletivas de um saber de relevância direta e crucial para a manutenção e aperfeiçoamento da ordem social. Direito e dever de validar crenças que posam ser sustentadas em vários segmentos da sociedade...
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Já a estratégia pós-moderna de atuação intelectual é aquela caracterizada pela metáfora do papel do ''INTÉRPRETE'', que traduz afirmações feitas no interior de uma tradição baseada em termos comunais, sejam políticos, econômicos ou culturais ,a fim de que sejam compreendidos no interior de um sistema de conhecimento fundamentado em outra tradição (ou em nenhuma ). Em vez de orientar-se para selecionar a melhor ordem social, essa estratégia de atuação intelectual visa facilitar a comunicação entre participantes autônomos e soberanos. Preocupa-se em impedir distorções de significado no processo de comunicação; promove a necessidade de penetrar em profundidade o sistema estrangeiro de conhecimento do qual a tradução deve ser feita (como a ''descrição densa'' de Geertz ) e a necessidade de manter o delicado equilíbrio entre as várias tradições que interagem, indispensável tanto para a mensagem não ser distorcida quanto para ela ser compreendida.
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Mas a estratégia pós-moderna de atividade intelectual não implica a eliminação da moderna; pelo contrário , ela não pode ser concebida sem a continuação desta última. É O QUE TORNA A VOCAÇÃO DAS AFIRMAÇÕES VINCULANTE.

K.M